20 de outubro - Dia mundial de combate ao Bullying




20 de outubro é o dia mundial de combate ao bullying.


Acredito que a literatura pode ser muito mais que entretenimento. Nós escritores temos nas mãos uma valiosa ferramenta de conscientização e transformação. Por essa razão, decidi abordar um tema muito importante, e de discussão necessária, que é o bullying, em meu novo romance, Tudo para mim, lançado na última sexta-feira, dia 16/10/2020.

Sobre o bullying:

Bullying é uma prática sistemática e repetitiva de atos de violência física e psicológica, tais como intimidação, humilhação, xingamentos e agressão física, de uma pessoa, ou grupo, contra um indivíduo. Geralmente acontece no ambiente escolar e pode provocar danos psicológicos sérios em suas vítimas, para toda a vida, como problemas com autoestima e autoconfiança, distúrbios de comportamento, depressão, transtornos de ansiedade e até levar ao suicídio.

Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua.


Considera-se bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, no ambiente de trabalho, o ato é classificado como assédio moral.


Geralmente, as vítimas do bullying têm vergonha e medo de falar à família sobre as agressões que estão sofrendo e, por isso, permanecem caladas.

Consequências:

As consequências do bullying podem ser devastadoras e irreversíveis, gerando marcas que podem se perpetuar por toda a vida. Em alguns casos, a ajuda psicológica é fundamental para amenizar a difícil convivência com memórias tão dolorosas.


Os primeiros sinais são: isolamento social, queda no rendimento escolar e problemas de autoestima, que podem desencadear quadros de depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico e outros distúrbios psíquicos. Quando não tratados, esses quadros podem levar o jovem a tentar o suicídio.

A vítima, mesmo na vida adulta, pode ter dificuldades em suas relações pessoais e o convívio em sociedade, afetando a sua carreira profissional e até levando ao desenvolvimento de vícios em álcool e drogas.

É importante que pais e familiares fiquem atentos a mudanças de comportamento de crianças e adolescentes, principalmente se, de uma hora para outra, passarem a apresentar problemas com autoestima, dificuldade de aprendizado e falta de vontade de irem para escola, pois pode significar que estejam sofrendo bullying, o que deve ser investigado e solucionado o quanto antes.

Como solucionar o bullying

A violência não é combatida com mais violência. Punições mais severas aos agressores podem ser necessárias quando estes extrapolam qualquer limite razoável, porém, na maioria das vezes, os agressores também são jovens que sofrem por algum motivo. Nesses casos, a melhor maneira de resolver o problema é com diálogo e conscientização.

Além das campanhas governamentais e não governamentais, é necessário que as famílias se unam com os profissionais da educação de modo que todos possam trabalhar na conscientização das crianças e adolescentes para que não cometam bullying e se forem vítimas dele, não tenham medo de contar.

Lei sobre o bullying escolar

No dia 6 de novembro de 2016, foi sancionada no Brasil pela presidente Dilma Rousseff a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. A lei composta por oito artigos torna a luta contra o bullying escolar uma política pública de educação e implementa uma série de ações que visam a erradicar o bullying por meio de campanhas publicitárias, capacitação dos profissionais da educação para lidarem com esses casos, além de diálogo mais estreito entre a escola e a família.


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Confiram a sinopse de Tudo pra mim:


As consequências do bullying podem ser graves, devastadoras e perdurar uma vida toda.


Melina era uma criança alegre e extrovertida até ser vítima da maldade dos colegas. Aos nove anos começa a fazer terapia e, mesmo assim, cresce com problemas com autoestima e autoconfiança. Tem dificuldades em se relacionar e sonha em um dia superar os traumas do passado e poder ajudar outras pessoas, como foi ajudada.


Ao entrar para uma ONG de apoio a crianças vítimas de bullying, ela conhece o jovem psicólogo Yago. A empatia e atração entre eles é inegável e logo os dois começam a namorar. Pela primeira vez, Melina se sente realmente bem e à vontade em um relacionamento. Juntos, eles descobrirão o amor verdadeiro, mas o destino os testará de várias formas. Será esse sentimento, tão sublime, forte o bastante para resistir a tudo?


Apaixone-se por esse romance sobre superação, amor, amizade e laços familiares, que traz reflexões importantes e necessárias.


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Beijos e até mais!


Renata R. Corrêa


Fontes de pesquisa:

https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm

https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao/bullying

https://www.todamateria.com.br/bullying/

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